O repertório da Companhia Transitória reúne espetáculos criados a partir de processos colaborativos que investigam corpo, rito, memória e ancestralidade.
As obras transitam entre teatro, performance e musicalidade, construindo experiências cênicas que dialogam com questões sociais, políticas e culturais do Brasil contemporâneo.
Macumba – Uma Gira Sobre Poder” é um espetáculo cênico que investiga as relações entre poder, identidade e ancestralidade a partir de referências das culturas afro-brasileiras.
A obra articula teatro, música e elementos ritualísticos para criar uma experiência sensorial que provoca o público a refletir sobre racismo, espiritualidade e resistência cultural.
Bolsa Funarte de Fomento aos Artistas e Produtores Negros
4º Prêmio Expressões Culturais Afro-Brasileiras
Troféu Gralha Azul – Melhor composição musical
45º FENATA – Melhor atriz coadjuvante
Prêmio Artes Paraná – Segunda Edição
EMPRETEÇA
Empreteça é uma criação da Companhia Transitória que nasce da necessidade de afirmar a potência das narrativas negras, seus corpos, memórias e formas de existência.
A montagem utiliza referências das periferias urbanas, de suas vivências, linguagens e heranças culturais para construir uma experiência poética e sensível, feita de palavras, imagens, música, movimento e presença.
Em cena, artistas se expõem física e emocionalmente, compartilhando histórias, afetos e reflexões que atravessam questões de identidade, pertencimento, ancestralidade e resistência.
Mais do que um espetáculo, Empreteça é um convite ao reconhecimento da própria história e à valorização de saberes, memórias e perspectivas negras que seguem transformando o presente.
Era Uma Vez Palmares
Espetáculo de teatro infantil e contação de histórias musicada, desenvolvido para o público infanto-juvenil (6 a 17 anos). Inspirado no livro de Renato Lima, o trabalho resgata a trajetória de Zumbi dos Palmares, símbolo da resistência e da luta pela liberdade no Brasil.
Aliando a força da palavra à expressividade da percussão, o espetáculo propõe uma experiência cênica que envolve crianças e adolescentes de maneira lúdica e reflexiva.
A linguagem adotada favorece a compreensão de questões históricas e contemporâneas relacionadas à Consciência Negra, estimulando o pensamento crítico e o senso de pertencimento.
A montagem aborda temas como identidade, ancestralidade e enfrentamento ao racismo de forma acessível, sensível e poética, criando uma experiência que dialoga com diferentes faixas etárias.
Espetáculo criado a partir de um processo colaborativo inspirado na atmosfera literária de Edgar Allan Poe.
A montagem investiga tensão, suspense e imaginação poética por meio de uma dramaturgia construída coletivamente pelos artistas.
contemplado pelo Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz
Ela i Eu ou Nada que Transpareça
Montagem baseada em texto de Dimis Jean Sores que explora as relações entre criação artística, ego e processo teatral.
A peça propõe um olhar crítico e irônico sobre o universo do teatro e seus bastidores.